domingo, 23 de junho de 2013

Who let the dogs out?


Demorei um pouquinho a fazer esse novo post né gente?! Demorei, mas cheguei :)
Eu tô com uma certa dificuldade para achar temas pra postar no blog e tô até meio enferrujada para fazer novas postagens.
A dificuldade de se encontrar um tema estava tão grande nesses últimos dias e ao mesmo tempo não queria mais deixar o blog parado por muito tempo, que resolvi olhar alguns temas de redação para o ENEM (kkkkk. NÃO RIAM! =P) pra fazer o post de hoje. Entrei no banco de redações da UOL (por sinal, um site que visitei bastante durante o ano de vestibular) e me diverti bastante em busca de temas. Algumas sugestões de redação lá são bastante engraçadas como: " por que a ideia do fim do mundo atrai e assusta?", "é certo ou errado leiloar a virgindade? por que?". E outros temas mais interessantes. No meio de tantas idéias para textos achei um bem bacana e que não exigiria muita criatividade de mim neste momento de pouca inspiração rsrs. Então o tema da redação do enem de hoje é: "Como devem ser as relações entre as pessoas e seus animais de estimação?". Então, vamos deixar de balela e vamos ao que interessa!
Primeiro vou contar minhas experiências com animais de estimação. Já criei gato, passarinhos, peixinhos, pintinho cor de rosa (sim, ele era rosa!), e atualmente estou com um cachorro e dois cágados.
O gato foi o primeiro. São bichos muito espertos e que primam por sua liberdade acima de tudo. Lembro que não adiantava fechar a porta de casa que ele dava um jeito de abrir a fechadura e dar uma fugidinha. Eu era muito pequena e acho que não tinha muito trato com o bichinho, então eu era cheia de arranhões rsrs. Mas apesar disso, amava aquele gato. Aprendi com ele a respeitar todos os outros bichinhos de estimação que teria daí pra frente. Acho que gatos ensinam isso. Respeito! Infelizmente, ele teve um final trágico. Deram a famosa "bola" (veneno misturado com alguma isca de carne) pra ele. Choramos muito com a morte do pobre gato, ele era tão esperto e inteligente e trazia muita alegria pra nossa casa. Foi uma pena ter morrido assim.
A história do pintinho cor de rosa foi mais trágica ainda. Um dia estava numa feira com minha mãe e tinha um senhor vendendo pintinhos coloridos. Pobres pintinhos. Tinha de todas as cores. Eu escolhi um cor de rosa pra mim e minha mãe levou um verde pro meu irmão. Eram tão pequeninos e adoráveis aquelas "criaturinhas artificialmente tingidas" que enchiam os olhos de qualquer criança. Hoje tenho pena por aqueles pobres terem sido desgarrados tão cedo de suas mães, serem encaixotados e transportados a uma cidade próxima para serem vendidos como se fossem meros brinquedos ou objetos. Repudio este tipo de atitude hoje em dia! Mas enfim, o fim dos pintinhos foi que eles morriam de frio durante a noite, e foi assim que o do meu irmão morreu, por não ter o calor aconchegante das asas de sua mamãe galinha. Já o meu cor de rosa teve um fim mais doloroso. Ele estava andando dentro de casa e eu pisoteei o coitado sem querer. Só Deus sabe o quanto chorei pelo pobre pintinho esmagado. Até hoje sou meio traumatizada com a morte dele.
Depois, eu tive um peixinho, um beta. Ele era azul brilhante e inteligente demais pra um peixe. Vivia num aquário minúsculo, mas foi minha companhia durante alguns anos. E uma pena que esses bichos vivam tão pouco. Eu cantava pra ele e, surpreendentemente, ele começava a chacoalhar no aquário, eu entendia isso como uma dança rsrs. Chorei feito uma ovelha desgarrada quando essa criatura morreu e até criei outros peixes depois dele, mas não me envolvi com nenhum como foi com este primeiro.
Meu pai resolveu, então, criar pássaros. Não gosto muito dessa ideia de manter animais em gaiola, bem como peixes em aquários, portanto, os animais que tenho hoje são "livres". Eu só sei que no final minha mãe esqueceu a gaiola aberta e eles fugiram, não sei que fim levaram.
Agora eu tenho uma cachorrinho que é simplesmente meu bebê e minha mãe cuida de dois cágados que, honestamente, não consigo me apegar muito com eles, pois eles são muito reservados, gostam de estar no espaço deles, ao contrário do cachorro que vive seguindo a gente pela casa.
Bem, o que eu quero dizer com tudo isso é que: quem não é capaz de amar um animal, não é capaz de amar ninguém. Não é preciso nem criar um bichinho, mas pelo menos saber respeitar, ter carinho e amor por eles e protegê-los quando necessário. Fico muito triste com notícias de pessoas que maltratam ou matam animais sem o mínimo motivo, pois fica nítido a falta de amor no coração dessas pessoas.
Concluo com essa frase de São Francisco de Assis que resume bem o sentimento que quero passar neste post: "Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem... Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida."

PS: antes que perguntem o porquê da foto do elefante: não sei, só achei fofo e quis colocar ; )


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